De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
Fonte: e-mail
A PROPÓSITO DAS PROVAS ModA
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Foram finalmente divulgados os resultados das Provas ModA. O MECI, como
sempre, entende que o facto de apenas agora serem conhecidos, não é
relevante. N...
Há 13 horas
4 comentários:
Será que é mesmo assim tão fácil?
Convido pois os leitores a fazer outro exercício no texto que se segue. E agora a interpelação, lê-se com a mesma facilidade?
Dnatrue a ddacéa suneitge, pemrictaante nunéigm loveu os qatnua de luz a siréo, pleo moens até Derembzo de 1922, arulta em que siargurm os rodelustas da erêiepncixa de Atruhr Copotmn, que ilacpimvam iveanlittenveme a iponteçarretã de que, na ironteçacã com os ertlecões, a raçaidão se catompvora cmoo se fsose um fixee de qnatua, dotrisces, com ergeina e metomno (ou qdandaitue de mtmnveoio) bem dondeifis, itso é, cmoo pulcaratís. O nmoe fãoto praa esse tpio de pacaíltrus fio sigudreo por Geriblt Leiws em 1926.
Sobre este assunto direi mais qualquer coisa, nomeadamente sobre a afirmação que se faz no primeiro texto afixado pela Glicéria de que a ordem das letras não interessa porque não lemos cada letra mas a palavra como um todo.
Assim à 1ª vista até parece uma coisa fantástica. Mas vamos lá pensar melhor. O excerto do texto que afixei (supra) podia muito bem ser parte de uma resposta de um aluno a uma das questões por nós formulada sobre um conteúdo e a avaliar nos testes de avaliação da nossa disciplina. Seria mesmo fácil ler, corrigir?
Mas o problema é bem mais profundo e prende-se com os níveis de iliteracia de leitura e compreensão que temos em Portugal. (Sobre este assunto afixei ontem um texto que vale a pena ler) E já nem falo só no ensino básico… chegam à Faculdade jovens que não têm conhecimentos nem competências básicas, de leitura, escrita, compreensão... e por isso é que elas são básicas, ou seja fundamentais.
E o que me parece mais grave é que as mais recentes e “inovadoras” medidas curriculares e organizacionais em nada contribuem para esbater problemas que se prendem com o “analfabetismo cultural e humanista”.
Dizer que tanto faz ler da direita para a esquerda, debaixo para cima ou trocar ou alterar a ordem das letras e números… é menosprezar o valor da língua, da cultura e até mesmo do conhecimento.
Temos que inverter esta marcha porque caminharmos para o abismo e de novo para a barbárie. A asneirada é pegada, e os erros destas medidas anunciadas como fantásticas havemos de pagá-los bem caros. E são os nossos filhos, netos… que as esperam.
Não tenhamos medo de ensinar os valores da excelência, da exigência, do trabalho, da dedicação, do esforço, da importância da identidade e do espírito do lugar, da tolerância, da diversidade e da complexidade e da (re)aprendizagem do respeito e valorização do papel dos mais velhos… enfim, e por aí fora.
Em suma e porque já me alonguei, só posso dizer que discordo inteiramente do “tanto faz”… pela porta da relativização dos valores supracitados e outros, entram muitos outros males. Não podemos permiti-lo. Pelo contrário, como educadores temos o dever moral de contribuir para inverter o processo e labutar por um mundo melhor para a humanidade.
Mais sobre estas "leituras" em:
http://dererummundi.blogspot.com/2007/12/humor-35t3-p3qu3n0-t3xto-53rv3-4p3n45.html
Continuo a não ver utilidade ou quaisquer benefícios nestas "leituras".
Diria que é uma curiosidade, mas não lhe devemos dar grande importância. Acho que os perigos são maiores e evidentes que qualquer benefício que, sinceramente, não consigo vislumbrar.
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