No seu post sobre
CEF´s= falência da escola geral , o Miguel Pinto retrata alguns aspectos que legitimam a continuação de uma cultura escolar que prioriza os conceitos de leitura e escrita. Sem dúvida, que não podemos escamotear a educação geral, em educação específica ou técnica, deixando para trás uma formação teórica necessária e imprescindível para o desenvolvimento das literacias de qualquer sociedade.
De facto, as evoluções das políticas educativas nacionais, tendem a ser a expressão de uma construção social contínua, que ultrapassa uma simples visão redutora do agir localmente para antever uma perspectiva, que pensa e age globalmente, ou melhor dizendo, como resultado de uma modernidade que é inerentemente globalizante.
Talvez se torne necessário deixar cair o paradigma Pensar Global=Agir local. Já tivemos provas mais que suficientes que não nos ajudou a arrumar ideias e a intervir eficazmente.
Sem comentários:
Enviar um comentário